A mais carinhosa também é a mais irritada.
A mais inteligente é ao mesmo tempo a mais confusa.
A mais bonita também é a mais emburrada.
A mais esperta é ao mesmo tempo a mais desconfiada
A mais bem-humorada é também a mais cabeça dura.
A mais simpática é ao mesmo tempo a mais ciumenta.
A mais tagarela é também a mais cheia de mistérios.
A mais corajosa é ao mesmo tempo a que mais tem medos.
A mais sincera também é a mais insegura.
A mais madura ao mesmo tempo é a mais sensível.
A mais doce também é a mais teimosa
A mais menina é ao mesmo tempo a mais sábia
A mais velha é também a mais sapeca.
A mais centrada é ao mesmo tempo a mais impulsiva.
A mais ousada é também a mais chorona.
A mais espontânea é ao mesmo tempo a que mais precisa ficar só.
Uma não vive sem a outra e eu não vivo sem as duas.
Encontrei este texto a um tempo e desconheço o autor original, senão com certeza lhe daria os créditos, mas enfim o adaptei porque essa sou eu e a maioria das pessoas é assim também.
Só que pela primeira vez na minha vida a mais medrosa ficou no banco de reservas, e aí, a mais madura e corajosa decidiu entrar em campo. Só que apareceu a mais impulsiva e insegura, porque o medo de perder a chance de estar com você foi demais pra mim. E mais uma vez não soube lidar com o medo.
Admito que eu tive medo de você, medo de me envolver, medo de compromisso, mas senti ainda mais medo de não tentar estar contigo. E então eu te perdi, porque eu estava perdida em um labirinto de emoções confusas e como sempre nós estávamos seguindo caminhos diferentes, nunca na mesma direção.
O carinho existiu e você foi realmente meu, por um segundo ou dois, e a dor que sinto traspassar meu coração agora, amanhã não vai ser nada, e mais uma vez eu vou dizer adeus, e mais uma vez eu vou crescer e desta vez tenho uma certeza, nunca mais vou ficar no banco de reservas.

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