domingo, 22 de novembro de 2009

Adeus



"Ser jornalista é um vício, uma paixão que te devora e te domina. É um dom, uma virtude e um fardo.  É viver e morrer em busca de uma história." Pode até ser que este jornalismo romântico e poético não tenha mais espaço nas redações, mas mesmo assim, um dos melhores professores do Curso de Jornalismo, meu orientador, meu dindo, meu mestre, Maurício Moraes, teve um papel decisivo para que este ideal sobrevivesse à realidade do mercado. O professor Maurício, sempre nos incentivou a refletir sobre a ética, o papel do jornalista e a responsabilidade social da profissão. Em todas as aulas nos ensinava a essência do jornalismo, o comprometimento e o dever de ser justo e leal perante a opinião pública. Cobrava o desenvolvimento do senso crítico aguçado e a necessidade de estar sempre disposto a aprender. Obrigada a você Maurício pelas aulas fantásticas e pelo amor que sempre teve ao ensinar, cobrando o nosso melhor. Hoje eu me despeço de você professor e sua partida é uma perda aos alunos, a faculdade e ao jornalismo. Ao longo do meu caminho pessoal ou profissional vou ter sempre você no coração e na mente. Hoje é minha vez de retribuir as palavras que me disse após a minha banca: Maurício Moraes você não foi somente um professor nota A, foi um profissional nota A. Sem dúvidas o melhor professor que já tive, o mais exigente e perfeccionista e também o mais amigo porque durante a mono era para você que desabafava meus medos, e angústias, medo do futuro, que ficou mais fácil depois que meu caminho cruzou com o seu, e tive a certeza que fiz, sim, a escolha certa.  Sei que assim como eu , a Ariana Peroni, a Fernanda Oliveira, a Aline Zanotto, e muitos outros alunos e alunas, também te adoravam demais. E hoje me despeço de você, por mim e por elas. Você  que foi nosso mestre e amigo, exigente e divertido, esperto e sagaz, sempre a frente, inovador e criativo. Obrigada por tudo que compartilhou comigo, pelo conhecimento, pelas críticas, pela amizade. Adeus professor! Vou ter para sempre a imagem de você sorridente, conversando comigo em frente ao Cetel, me dando dicas, falando sobre os cachorrinhos, sobre a vida e sobre nossoa amor pelo jornalismo, você sorrindo e feliz!

Aline




sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"Jamais me iludi, hoje sei disso, nem sequer menti para mim mesma, o que é comum nessas horas. Eu apenas acreditei , porque quis acreditar no meu melhor em ti e no teu melhor em mim, potencializei tuas qualidades e escondi os teus defeitos, e então ressaltei os meus, que não são poucos, em busca de equilíbrio e em nome do desejo, sim, porque esse amor maluco, nem sequer existiu, foi como aqueles folhetins baratos, de leitura fácil, que sempre acabam ecoando no vazio, e agora que encontrei o jeito certo do meu jeito, que realmente olhei para os lados e prestei atenção no que vi, eu soube, simplesmente, soube o que nunca tive certeza com você..."


Aline

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Trecho  do livro: O homem que veio da sombra de Luiz Gonzaga Pinheiro

Adeus:
É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Amigo:
É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo:
É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade:
É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Carinho:
É quando a gente não encontra nenhuma palavra parra expressar o que sente e fala com as mãos, colocando o afago em cada dedo.
Ciúme:
É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Cordialidade:
É quando amamos muito uma pessoa e tratamos todo mundo da maneira que a tratamos.
Doutrinação:
É quando a gente conversa com o Espírito colocando o coração em cada palavra.
Entendimento:
É quando um velhinho caminha devagar na nossa frente e a gente estando apressado não reclama.
Evangelho:
É um livro que só se lê bem com o coração.
Evolução:
É quando a gente está lá na frente e sente vontade de buscar quem ficou para trás.
Fé:
É quando a gente diz que vai escalar um Everest e o coração já o considera feito.
Filhos:
É quando Deus entrega uma jóia em nossa mão e recomenda cuidá-lá.
Fome:
É quando o estômago manda um pedido para a boca e ela silencia.
Inimizade:
É quando a gente empurra a linha do afeto para bem distante.
Inveja:
É quando a gente ainda não descobriu que pode ser mais e melhor do que o outro.
Lágrima:
É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Lealdade:
É quando a gente prefere morrer que trair a quem ama.
Mágoa:
É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar.
Maldade:
É quando arrancamos as asas do anjo que deveríamos ser.
Netos:
É quando Deus tem pena dos avôs e manda anjos para alegrá-los.
Ódio:
É quando plantamos trigo o ano todo e estando os pendões maduros a gente queima tudo em um dia.
Orgulho:
É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Paz:
É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Perdão:
É uma alegria que a gente se dá e que pensava que jamais teria.
Perfume:
É quando mesmo de olhos fechados a gente reconhece quem nos faz feliz.
Pessimismo:
É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.
Preguiça:
É quando entra vírus na coragem e ela adoece.
Raiva:
É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.
Saudade:
É estando longe, sentir vontade de voar, e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo:
É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Simplicidade:
É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Sinceridade:
É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Solidão:
É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Supérfluo:
É quando a nossa sede precisa de um gole de água e a gente pede um rio inteiro.
Ternura:
É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Vaidade:
É quando a gente abdica da nossa essência por outra, geralmente pior.

sábado, 14 de novembro de 2009

Um dia desses

"Um dia desses você me disse: hei eu gosto de você, e como eu não dei bola você me olhou assustado, segurou minhas mãos e repetiu, hei eu gosto de você. Você entendeu? É claro que entendi, mas dei de ombros, e sorri, então você me perguntou e agora? Agora nada! É simples deixa pra lá. Mas eu decidi acreditar, mais que isso eu quis acreditar, nas palavras, no acaso, no destino, na sua falta de vergonha na cara, no brilho dos teus olhos, na canalhice, no sorriso, no cavanhaque. Até nos erros acreditei, porque quis encontrar neles nosso acerto e no avesso disso tudo eu te encontro, reencontro, e sou tua, como sempre. Sem reservas, sem pudores, sem medos, sem futuro, apenas no verso e no reverso desses amores que nunca dão certo"


Aline

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Saudades

A Cheluka me disse hoje que essa é uma das palavras mais lindas da língua portuguesa. Existe até uma “lenda” que diz que SAUDADE só existe em português, é claro que o sentimento existe no mundo todo, mas apenas no Brasil existe uma palavra para expressar o sentimento. Nos demais países não existe uma palavra exata para dizer saudade. Existem apenas termos que representam a sensação. Então pra mim, só o português traduz o que realmente é saudade. Mas como sinto saudades de você Cheluka, sinto em todas as línguas:


Ciao amore mio, ho nostalgia...
I miss you
Sehnsucht
Ik mis jê
Je tu manque
Ich vermisse Sie
Te extraño/ Te echo de menos


Mas linda mesmo é a nossa Saudade.... Saudades antes mesmo da partida, e depois então....aquele medo de não saber pra onde correr, porque qualquer dor, tristeza, desencanto ou desamor passa...é só você estar por perto com esse sorriso e essa fibra Chele que só os amigos de verdade tem!

Livros e Amizades

Porto muito alegre, sol, cais do porto, Beira Rio, feira do livro, museu, história..a cultura, despertando o interesse da população, pelas obras de arte, leitura, tudo isso, às margens do Guaíba ou na Praça da Alfândega, sem custo nenhum e com retorno garantido: conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento da criatividade e do senso crítico de cada um. Vislumbrar a diferença, no ar, nos rostos, na risada, no jeito. Perceber as nuances, a mistura, o velho e o novo, o tradicional e o nem tanto. Simplesmente amo Porto Alegre, e amo ainda mais essa vibração que vem dos livros. Aliás, meu sonho de consumo é ter uma biblioteca na minha casa, não precisa ser enorme, pode ser pequena, aconchegante, e vai ser, com certeza meu lugar preferido, meu esconderijo e minha fonte de inspiração. Minha ligação com os livros começou na infância, com as histórias que minha mãe lia para mim todas as noites, Branca de Neve, Cinderela, Bela Adormecida e aquela super coleção Uma História Por Dia....imagina só 365 dias ouvindo uma história diferente....era o máximo e meu instinto materno fica a flor da pele nessa hora, porque fico imaginando a carinha atenta dos meus filhos, ao me ouvir ler para eles. Depois, na escola, descobri Reinações de Narizinho e toda a coleção do Monteiro Lobatto, e logo após todo e qualquer livro que minha mãe, minha avó ou minhas tias deixavam a vista caiam nas minhas mãos. E também todos aqueles que faziam parte da coleção da minha avó, como o Retrato de Dorian Gray, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro, Os Sertões, Os Lusíadas, Senhora, O Cortiço, Inocência, e muito outros. Os livros eram minhas relíquias, estavam na estante da minha avó. Eram livros vermelhos, encadernados, dos quais eu tirava o pó com carinho todos os dias, e lia, na sala da minha avó, um dos lugares, em que fui imensamente feliz. E teve também a biblioteca do Imigrante, que encheu meus olhos de menina, de brilho, desejo e a mais pura felicidade. Aos 13 anos já estava totalmente entregue aos livros, já tinha lido livros, que ainda não entendia totalmente, mas captava a essência de todos. O Apanhador no Campo de Centeio, A Insustentável Leveza do Ser e A Entidade entendi tempos depois....e então descobri que não podia viver sem a leitura, literatura, poesia, e também já tinha descoberto que não apenas amava escrever, mas fazia isso, muito bem. Aos 15, oscilava entre a vontade de ser médica ou cientista, porque aos 14 perdi minha avó para o câncer, e essa foi a primeira perda real, significativa que tive na vida, a dor mais doída e doida que já senti, porque eu tinha idade para entender a morte, e porque minha avó, era tudo, minha amiga, confidente, minha paixão, e assim eu queria salvar as pessoas, e evitar a morte, a dor e a perda, e desde então esse é meu maior medo, perder quem amo, seja em vida, ou para a morte, um medo insano as vezes, que me faz meter os pés pela maõs, e não adianta nada, mas admito, que luto contra ele...e desde então muitos livros vieram, e descobri que cada um chegava as minhas mãos na hora certa, e me seduzia como um amante. Sim, porque um livro pode ser um amigo, um amante, um companheiro, uma travessia, uma viagem. A capa é uma porta. Você abre, entra e o barulho pára. Você senta, deixa o coração desacelerar, o suor secar e se entrega, e essa com certeza é uma das melhores entregas do mundo. Cada livro guarda um pouco da alma de quem o escreveu, e leva com ele, um pouco daquele que o leu, e se entregou, sem pudores , sem reservas.....e quando eu dei por mim, eu tava onde sempre tive que estar, no jornalismo, essa é a minha missão, o único jeito de fazer a diferença e ainda pretendo me entregar a literatura e a poesia, hoje, e sempre, cada vez mais. E cada livro é único....e marcante....quando minha melhor amiga foi viajar, o livro que tinha em mãos, era o Brilho de Sua Luz e agora sempre que abro Travessuras da menina má, lembro da Chele, do riso, do abraço, das confidências, e Chele "quando a morte conta uma história você deve parar para ler"....amo você amiga....sempre!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Gosto de poemas, de Clarice, de você....

"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos." Clarice Lispector



"Tenho um amor fresco e com gosto de chuva e raios e urgências. Tenho um amor que me veio pronto, assim, água que caiu de repente, nuvem que não passa, me escorrem desejos pelo rosto pelo corpo. Um amor susto, um amor raio trovão fazendo barulho. Me bagunça e chove em mim todos os dias." Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Paixão

Página virada, folhas jogadas ao vento, riso solto, recomeço...todos me pedem, aliás perguntam, porque apenas os caxienses tem essa mania, então, todos me perguntam por que meu riso anda tão solto e meus olhos brilham, mais a cada dia. É simples, estou apaixonada. Isso mesmo, apaixonada. Por mim mesma, pela vida, pelo meu pai, mãe, mano, pelas minhas amigas, poucas, mas únicas, pelos meus amigos, sinceros e leais, e pelo jornalismo meu vício. Percebo que andei errado quando me dou conta que a minha maior paixão estava começando a ficar em segundo plano, e jamais me perdoaria, por renegar o jornalismo. Estou encantada, porque hoje eu sei o que sinto, quero, penso, posso....o que sou....e não deixo nada a desejar, não volto atrás, não titubeio, não freio, não me arrependo. A liberdade das minhas escolhas e a felicidade pelas descobertas, pelos desafios. Me sinto a mesma, e sou outra, e essa outra não deixa de ser eu mesma. Apaixonada, romântica, não renuncio, não abro mão, não me contento, não me conformo, discordo, luto, encontro, me descabelo e a vida faz tanto sentido, porque, amo viver, amo sentir, e sei que tudo está no exato lugar onde devia estar....Então meus amigos apaixonem-se...por si, por alguém, pela vida, pelo mar, por um livro, uma música, futebol, pelo Internacional (minha paixão) por gatos (meus xodós), por esporte, apenas não fique parado, contemplativo, porque a vida te dá uma rasteira, e passa tão mas tão rápido...apaixone-se, curta, dance, ame, viva com aquele brilho no olhar, das paixões que vem de dentro....

Jornalismo

Sou jornalista, estou jornalista, nasci assim. O jornalismo está no meu coração, na minha alma, na minha pele e no meu sangue. Está na curiosidade irritante que fez parte da minha infância e nos questionamentos que não paro de fazer até hoje.  Me orgulho disso, e sem falsa modéstia, sou boa no que  faço. Sou repórter e sei que é isso o que faço de melhor, porque me entrego sem receios, em busca de uma história, de um pressentimento. E quando lembro do discurso da professora Marliva Vanti Gonçalves, na formatura da Juli, da Denise e do Gui, simplesmente, tremo por dentro, porque tenho a certeza que o Supremo Tribunal Federal não venceu, a não obrigatoriedade do diploma nos abateu, nos magoou, feriu, mas não nos venceu. Não me calou e me impulsiona a buscar cada vez mais, a lutar a cada dia e dar o melhor de mim a minha profissão. Sim, o jornalismo é a minha profissão  e o fazer jornalístico é repleto de especificidades que apenas um jornalista é capaz de entender. Só um jornalista pode captar os anseios da alma dos colegas de profissão. Ser jornalista é se fantasiar de super-homem para salvar o mundo. É vibrar quando uma reportagem derruba um corrupto ou põe atrás das grades um criminoso de colarinho branco. Ser jornalista é enfrentar o tráfico e derrotar os “donos” dos morros e das favelas. Encarar o medo em busca de justiça e punições. É passar sobre advogados corruptos e juízes sem ética. Ser jornalista é disputar matérias com colegas que não tem ética alguma e querem apenas se promover. Confiar em sua fonte, mesmo sabendo que ela pode te trair a qualquer momento. Ser jornalista é não saber se tem amigos ao invés de colegas de trabalho. É calar para o Departamento Comercial e os donos dos veículos, que não entendem o jornalismo e não aceitam o “fazer” jornalístico que nos encanta. Ser jornalista é sentir-se ferido com a mordaça e a censura que a própria imprensa impõe. É segurar o choro e aguentar na alma a dor. Ser jornalista é chorar baixinho após ouvir uma criança pequena que trabalha doze horas por dia afirmar que seu sonho é estudar. É ver crianças maltratadas, passando fome em meio à pobreza e sentir nojo do governo, dos políticos e de si mesmo. Ser jornalista é ser forte. É acreditar que há ética e lutar contra os poderosos. Ser jornalista é passar vinte e quatro horas por dia em uma redação, mesmo quando o seu corpo está em casa repousando. É esquecer sua vida, seus filhos, seus pais, seus amores. Ser jornalista é amar a notícia e encontrar um furo onde ninguém espera achar nada. É ter sempre uma pergunta inquietante. Ser tão tagarela e comunicativo que chega a irritar. Sentir medo de não parar mais. Ser jornalista é um vício, uma paixão que te devora e te domina. É um dom, uma virtude e um fardo. Ser jornalista é escolher o caminho certo e às vezes seguir o caminho contrário. Ser jornalista é acreditar que é possível mudar o mundo um pouquinho por dia. É temer não poder parar e passar a linha entre a vida e a morte. Ser jornalista é descobrir que é tarde demais para desistir. É viver e morrer em busca de uma história. Sou repórter e como repórter tenho que desbravar o cotidiano, captar a alma do tempo e imortalizar a história. Tenho um papel social a cumprir, nós somos uma ponte entre a sociedade e a informação, devemos, portanto, contribuir para o desenvolvimento de um espírito crítico. Escolhemos uma profissão que exige dedicação total, nossas reportagens nos expõem e nossos erros são facilmente percebidos e condenados pelo público, temos que estar aptos a ouvir críticas e preparados para enfrentar o mercado. Devemos estar sempre atentos aos fatos que são de interesse público, esse tem que ser sempre o nosso foco. E a notícia, que é a matéria-prima do jornalismo, é a única coisa em nossa profissão, que tem que estar embaixo dos holofotes. O jornalismo nos propicia um mundo encantador de aventuras, descobertas e conhecimento. O escritor e jornalista colombiano Gabriel Garcia Márquez define bem o que considera, com a minha total concordância, a melhor profissão do mundo. Ele frisa: "o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade. Quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são. Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte."

Quem sou eu

Minha foto
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brazil
Me entrego de alma e coração a tudo o que vivencio ou faço, e aqui não vai ser diferente. Vou me despir de todas as ilusões e ser inteira pra mim e pra você!

Ano Novo de novo...

Ano Novo de novo...

Meus amores!

Meus amores!
Com as minhas Mônicas, Phoebes e Rachels por perto, as mais leais e sinceras, as que sabem o que eu tenho com um simples olhar.

Preciso dizer?? Amooooo

Preciso dizer?? Amooooo

Saudadessssssss

Saudadessssssss

Levo você no olhar

Levo você no olhar

Imensidão

Imensidão
Assim eu me encontro...em meio a imensidão e beleza do oceano....

Aqui

Aqui
Eu sinto uma paz quando estou com a Ari e um bom humor contagiante, alegria de viver, e sonhar!!!

Felicidade

Felicidade
Pra sorrir, pra cantar e ser feliz

Guilherme Fadanelli

Guilherme Fadanelli
Nem preciso me declarar, já está estampado no rosto!

Me reinvento

Me reinvento
E com certeza não tem melhor lugar....

Amo muito!!!

Amo muito!!!
Olha aí, as duas Alines e o Gui!!

Pedroooooo

Pedroooooo
Sabe aquele cara que te surpreende e acaba te fazendo admitir que se enganou? É o Pedro....me derreto por ele, é um fofo, e falando sério, sou sua amiga hoje e sempre, de verdade!!!

Reencontro

Reencontro
Dez anos depois aqui estamos nós.....e como sempre no Paiol....e como dez anos são dez anos, até as tremidas estão valendo!!!

Carmo 1999-2009

Carmo 1999-2009
Leo o que aconteceu?? Hahahaha...não resisti...acho que o telefone vai tocar em sete dias....

Um brinde

Um brinde
A vida, a nós, as escolhas, ao passado e ao futuro....e o chamado em ação mais uma vez....hehehehe

As Alines

As Alines
Ecker Zanotto Zanotto Ecker....ainda assim, eles trocam....e é divertido!

Sempre

Sempre
A Aline é puro encanto...sorrisos, lealdade, conselhos, colo, amizade....

Meu amigão!

Meu amigão!
Não podia faltar o Rodrigoooo. Adoro você demais. Meu primeiro amigo na rádio e isso nem é secreto...hahaha

As Alines gostam de incomodar.....

As Alines gostam de incomodar.....
Joel Cara de Pastel....adoro....cabelinhos de anjo. e a Zaza minha amiga linda....

Zeca

Zeca
O Esquiel é simplesmente demais....tá ligado Zeca?

Caxias

Caxias
Mais que uma rádio, uma mega equipe. Ta aí, jornalismo e esporte pra você!

Essa é básica

Essa é básica
Claro que não ia perder a chance de abraçar o Pedro, aliás como eu incomodo ele.....hehehehe.....adoro!

Não podia faltar

Não podia faltar
Estrada e Vaz adoro esses dois!!! E o abraço sai ou não....claro que não!!!!

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