segunda-feira, 31 de maio de 2010

A Mulher Ideal

O que ela tem que as outras não têm?

De vez em quando, as circunstâncias me levam a perguntar a mim mesmo quem é o meu tipo de mulher ideal. Acho que acontece com todo mundo, não? Diante de um rompimento doloroso ou confrontados com a possibilidade de um compromisso, somos forçados a pensar sobre o tipo de pessoa que nos faria felizes.

Eu mesmo nunca fui bom em responder a essa pergunta. Sempre a considerei um exemplo de racionalidade mal aplicada. De que adianta concluir que eu gosto de loiras com alma de escritora se eu vou acabar envolvido com uma morena com corpo de passista? A vida é implacável com as nossas convicções. E morre de rir das nossas certezas.

Uma vez, milênios atrás, eu estava na porta do cinema com um casal de amigos. Eles queriam me apresentar uma garota com quem achavam que eu teria alguma afinidade. Ela veio chegando, eles a mostraram à distância e eu descartei: “Não é meu tipo”. Cinco anos depois, eu gemia no escuro por causa dela, que tinha me dado um pé na bunda. Foi uma das relações mais marcantes da minha vida – e nem era meu tipo...

Mesmo assim, hoje em dia me parece útil refletir sobre as qualidades e os defeitos que cativam cada um de nós. Ainda que seja de uma forma provisória. Não sei se isso ajuda conscientemente nas nossas escolhas, mas certamente contribui para um melhor entendimento de nós mesmos. Como dizia um amigo meu, nada explica mais sobre uma pessoa do que a escolha que ela faz de parceiros.

Mas, ao pensar na mulher ideal, não me vem à cabeça uma lista como aquelas captadas pelas pesquisas americanas, em que se enumeram características bem específicas. Recentemente, uma sondagem de opinião com as mulheres da Geração Y (que ainda não fez 30 anos) descobriu que o homem ideal, além de bem-sucedido, bonito, seguro, sensível e inteligente, além de atleta, gourmet e hábil administrador financeiro, deveria ser também “inspirador”.
 O que diabo quer dizer isso?

Não. Quando eu penso na mulher ideal tendo a olhar para trás e fazer um apanhado das características das pessoas que passaram pela minha vida. Lembro delas e sou forçado a concluir que aquilo que me agrada ou desagrada nas mulheres não é tão diferente daquilo que me agrada ou desagrada nas pessoas em geral. Trata-se de temperamento e de personalidade, nunca de currículo. 

O que a pessoa tem, fez ou sabe tende a ser uma consequência do que ela é – e nesse pedaço do “ser” se fixa o meu interesse.
Feitas essas ressalva, vamos à descrição da Mulher Ideal, com tudo o que ela tem de arbitrário e pessoal. Talvez ajude algum sujeito por aí a entender as suas próprias preferências. Talvez ajude as mulheres a refletir sobre o que vai pela cabeça conturbada dos homens:

Quando eu penso na mulher ideal, o primeiro adjetivo que me vem à mente é afetuosa Aprendi, com o passar dos anos, que gosto de ter ao meu redor gente que se vincula e que demonstra carinho, sem ser chata. Racionalidade e distanciamento são virtudes importantes, mas elas não me comovem. Eu gosto de mulher doce.

Outra coisa da qual eu gosto é elegância, entendida como um jeito de se relacionar com o mundo e com as pessoas. Não se trata apenas de roupas. A elegância de que eu falo começa no jeito de andar, mas se expressa, sobretudo, em atitudes e palavras. É uma mistura de harmonia, altivez e senso de humor. Eu me incomodo cada vez mais com grossura e vulgaridade.

Tolerância é fundamental. Todo mundo que tem algum conhecimento sobre si mesmo sabe que seres humanos são falíveis e contraditórios. É preciso apreciar a diversidade dos comportamentos e olhar para os demais com generosa ironia. Mulheres bravas, que só recriminam as pessoas em volta, me trazem más recordações.

Eu gosto de gente rebelde. Não precisa ser a Rosa de Luxemburgo, mas alguma dose de indignação e engajamento é essencial. Pessoas que não percebem as injustiças ou não se incomodam com elas me incomodam. Gente que só olha para a própria barriga também não me vai. A mulher ideal tem de ser cúmplice quando o sujeito estiver exasperado com o andamento do mundo.

Olhando para trás, percebo que eu aprecio originalidade. Não gosto de mulher igual às outras mulheres, por mais bonita que seja. Quem se confunde com o bando não me atrai. As pessoas têm de ter luz própria, personalidade, estilo. 

Defeitos, talvez. É isso que as torna interessantes e, às vezes, indispensáveis – onde você vai arrumar outra mulher como aquela se ela é única?
Beleza é essencial, claro – mas ela vem em vários formatos. Loira, alta, magra e de olhos azuis? Não precisa. Cabelos castanhos são lindos, opulência é sensacional, baixinhas são sexy e há dezenas de formatos de rostos irresistíveis. 

Existem também a graça e a sensualidade, sem as quais a beleza fica muda. Na vida real não se aplica o padrão das passarelas ou mesmo das novelas, mas beleza ainda faz diferença.

Por fim, eu admiro as mulheres leves. Não, não se trata de magreza. É um jeito de olhar para a vida sem mágoas, com curiosidade e interesse. É a facilidade de rir e de se surpreender, de ficar feliz. O oposto disso é a mulher amarga, rancorosa, mal humorada. Isso afasta.

Haveria outras coisas a acrescentar ao perfil da Mulher Ideal: inteligência, independência e até mesmo, como diria Vinícius de Moraes, uma indefinível e ocasional melancolia. Mas o que temos na lista é suficiente para marcar o meu ponto de vista e começar a discussão. Existe ou não a Mulher Ideal?

IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA

terça-feira, 25 de maio de 2010

Enfim tive minha noite Sex and the City

O findi começou bem, galeto do Vaz na sexta, com direito a deliciosa sobremesa da Elisa, juro, não sou fã de banana, nem em bala, mas o doce que ela fez estava demais...simplesmente o máximo, e a companhia de todos, as risadas, as conversas, as piadas e todo o resto, completaram a noite. No sábado compromisso logo cedo, com a minha princesinha. A Nicole, chegou lá em casa, toda metida, com a jaqueta rosa pink que veio da Itália, e falava com orgulho do presente que ganhou da tia Chele....fomos para o shoping, e na fila do Mac, jurei que não vou ser mãe, porque ser dinda, é ocasional, e mais fácil, afinal, a fila estava enorme, e só tinha mãe, pai, e filhos, porque é claro, as crianças queriam o brinde do Mac Lanche Feliz...e como eu tenho fobia de multidões, eu tive essa ideia súbita, até entrar no cinema, e ver a minha Alice sentadinha logo ali nas cadeiras. Aquela guriazinha era “a Alice” miniatura, com cachinhos dourados, e grandes olhos brilhantes, tão, mas tão linda, que a vontade de ser mãe voltou mais forte que nunca, esta é uma certeza, nasci para ser mãe, inclusive, vou ser uma ótima mãe, sem falsa modéstia, porque nasci pra isso. E na tela Alice que me fez voltar a minha infância, e as cobertas quentinhas, quando a minha mãe lia pra mim, e despertou essa paixão pela leitura, eu amei aquele filme, demais. A noite, para ter certeza que a vida é plena, enfim, eu tive a minha noite Sex And The City, aquela que eu precisava a meses. Faltou a Chele, e a Mila, mas mesmo assim, foi digna de cinema. Ainda sinto saudades de minhas Rachels, Phobes e Mônicas, e vou sentir todos os dias, mas tive minha noite de margaritas, e cabelos, de falar de sexo, de revelações, e de risos e sorrisos, e assim, eu tenho a certeza de que tudo tem sentido e faz sentido, porque amigas são o eixo, o equilíbrio, eu penso assim, elas estão sempre com você, mesmo longe, e então viva a Sex and the City!!!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Brinco de Formatura

Depois de assistir ao filme Moça dos Brincos de Pérola não pude deixar de lembrar dos meus brincos de formatura. Eles merecem uma história, porque desde o dia em que os ganhei da minha mãe em 25 de janeiro de 2008, para a missa, até 27 de fevereiro de 2010, eles sumiram e voltaram para a minha vida cinco vezes. E depois simplesmente sumiram de vez...é tão engraçado, mas realmente aqueles brincos marcaram a minha vida, eu os perdi em meio a um beijo, a um puxão de manta, em um abraço, no colo de um certo alguém, o charme em pessoa, em uma noite no último verão, e por fim durante uma dança de salão, em meio a um pedido de casamento..."te devolvo o brinco se casar comigo". Cada uma das vezes em que perdi ele voltou, pode até ter demorado, dias, semanas, meses, e eu não me conformava, e então quando aceitava ele voltava e no pedido de casamento, o susto foi tão grande que ele se desfez inteiro....não que o pedido fosse sério, ou eu sequer quisesse aceitar, mas o brinco voltou aos pedaços, depois de ter sido pisado várias vezes...foi como se encerrasse um ciclo completo comigo, e tivesse passado por tudo o que realmente tivesse que passar...a vida....a paixão....o encanto....o amor....o desejo....a sedução, e o único dia em que não me incomodei nem um pouco em perdê-lo para sempre, foi em uma noite quente do último verão, com um certo alguém, que desperta em mim um sentimento que nem sequer sei explicar....naquele dia, o ciclo encerrou....e eu despertei....

domingo, 9 de maio de 2010

Todos os dias são delas


Você é o sorriso em nossos lábios. Colo seguro e macio quando temos medo. Cheirinho doce que buscamos no ar quando o sono não vem. É a voz de decisão quando estamos no caminho errado. A essência de nossas vidas. A vida que nos deu. Nos amou e criou. Basicamente tudo o que faz é por nós. Torna-se eterna. És única. Obrigada por ser mãe.
Obrigada por não desistir de nós. Por lutar pela nossa felicidade. Pelo brilho em seus olhos. Pela presença, honra e dignidade. Obrigada mamãe por existir. Por presentear-nos com uma fortuna imensurável. Por nos ensinar a amar. Amor, essa palavra é você.
Mãe conhecemos o amor no momento em que colocaram-nos em seus braços pela primeira vez. A ternura quando nos aconchegastes em seu peito para nos dar de mamar. O carinho que recebemos em nosso primeiro banho. A mão estendida que nos deu a segurança precisa para nosso primeiro de vários passos.
Sua presença e silêncio ao nos dar colo quando sabes que só ele pode nos acalmar. Obrigada por nem sempre ser meiga. Pelos castigos impostos. Pelas cobranças. Pela responsabilidade e autoridade com a qual nos ensinastes a ser íntegros. Obrigada pela paciência. Nós ainda conseguimos mantê-las acordadas à noite.
Temos que agradecer pelas asas que nos deste. Por ensinar-nos a voar em busca dos sonhos. E principalmente por mostrar-nos o caminho de volta. Por deixar claro sem pronunciar uma só palavra que espera nosso retorno de braços abertos. Com colo a disposição para deitarmos a cabeça e espantar todos os medos.
Obrigada por sempre estar a nossa espera mesmo que já tenho ido embora. Sabemos que ficará conosco. Seu sorriso luminoso estará no sol. Sua fibra no vento que acaricia nossas faces. Sua intensidade e coragem nas ondas do mar. Sua sinceridade no sorriso doce das crianças. E seu amor em nossas vidas, sempre conosco. Em cada passo, em cada sonho realizado, em cada tombo. Sempre amada, jamais esquecida.
Obrigada mamãe por ser quem és e permitir que nos tornássemos quem somos. Obrigada pelo orgulho e respeito que sentimos ao chamá-la de mãe. Te amamos, não só hoje. Todos os dias são seus, não importa se és idosa, jovem, alta, magra, elegante ou simples. Não importa raça ou nacionalidade. É mãe.


Te amo mãe!
Beijos,
Aline

Quem sou eu

Minha foto
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brazil
Me entrego de alma e coração a tudo o que vivencio ou faço, e aqui não vai ser diferente. Vou me despir de todas as ilusões e ser inteira pra mim e pra você!

Ano Novo de novo...

Ano Novo de novo...

Meus amores!

Meus amores!
Com as minhas Mônicas, Phoebes e Rachels por perto, as mais leais e sinceras, as que sabem o que eu tenho com um simples olhar.

Preciso dizer?? Amooooo

Preciso dizer?? Amooooo

Saudadessssssss

Saudadessssssss

Levo você no olhar

Levo você no olhar

Imensidão

Imensidão
Assim eu me encontro...em meio a imensidão e beleza do oceano....

Aqui

Aqui
Eu sinto uma paz quando estou com a Ari e um bom humor contagiante, alegria de viver, e sonhar!!!

Felicidade

Felicidade
Pra sorrir, pra cantar e ser feliz

Guilherme Fadanelli

Guilherme Fadanelli
Nem preciso me declarar, já está estampado no rosto!

Me reinvento

Me reinvento
E com certeza não tem melhor lugar....

Amo muito!!!

Amo muito!!!
Olha aí, as duas Alines e o Gui!!

Pedroooooo

Pedroooooo
Sabe aquele cara que te surpreende e acaba te fazendo admitir que se enganou? É o Pedro....me derreto por ele, é um fofo, e falando sério, sou sua amiga hoje e sempre, de verdade!!!

Reencontro

Reencontro
Dez anos depois aqui estamos nós.....e como sempre no Paiol....e como dez anos são dez anos, até as tremidas estão valendo!!!

Carmo 1999-2009

Carmo 1999-2009
Leo o que aconteceu?? Hahahaha...não resisti...acho que o telefone vai tocar em sete dias....

Um brinde

Um brinde
A vida, a nós, as escolhas, ao passado e ao futuro....e o chamado em ação mais uma vez....hehehehe

As Alines

As Alines
Ecker Zanotto Zanotto Ecker....ainda assim, eles trocam....e é divertido!

Sempre

Sempre
A Aline é puro encanto...sorrisos, lealdade, conselhos, colo, amizade....

Meu amigão!

Meu amigão!
Não podia faltar o Rodrigoooo. Adoro você demais. Meu primeiro amigo na rádio e isso nem é secreto...hahaha

As Alines gostam de incomodar.....

As Alines gostam de incomodar.....
Joel Cara de Pastel....adoro....cabelinhos de anjo. e a Zaza minha amiga linda....

Zeca

Zeca
O Esquiel é simplesmente demais....tá ligado Zeca?

Caxias

Caxias
Mais que uma rádio, uma mega equipe. Ta aí, jornalismo e esporte pra você!

Essa é básica

Essa é básica
Claro que não ia perder a chance de abraçar o Pedro, aliás como eu incomodo ele.....hehehehe.....adoro!

Não podia faltar

Não podia faltar
Estrada e Vaz adoro esses dois!!! E o abraço sai ou não....claro que não!!!!

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